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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Tinha uma pedra no meio do caminho...

Postagem após operar para tirar uma pedra no ureter... Que me rendeu uma noite insone com uma sonda no pinto e um cateter que liga o rim à bexiga. Enfim, freak show.

15/01/2017

1997. F., 11 anos, 5ª série. Aluno exemplar, mas gostava de Casseta e Planeta e está na época de ver piada sexual em tudo.
Aula de biologia, órgão reprodutor. Um show de piadas e trocadilhos, ensinamentos da professora manipulados para virar piadinha escrota. Check. Tudo anotado nas últimas páginas do caderno. "Quem sabe no futuro eu não entro no Casseta e Planeta... 'Entrar'... Hahaha vou 'entrar'! Hahaha". Assim, F., aos 11 anos, começou a construir o que no futuro virá a ser um grande repertório de tiozão.
2017. F., 30 anos (valeu, senhores matemáticos, ele completará 31 esse ano ainda...), 3 dias após operar e colocar um cateter. Tenta, em vão, buscar em sua memória umas aulas de sua 5ª série, sobre o sistema urinário e o sistema reprodutor. Sabe que no homem esses sistemas têm algumas ligações entre si, mas só consegue lembrar da piada do espermatozóide que diz pro outro "relaxa, acabamos de passar pela garganta...", "saco escrotal, ânus"... "Como foi de virada de ânus, hein?"... Nada de útil. Foda. Três dias da operação...
Desesperado e com medo até de ficar de pau duro, recorre ao Google:
"Transar com duplo J pode?"
É, amigos... Estudem... Ou hidratem-se, porque o Google não tem respostas para tudo.

P.S.: Após me ajudarem na pesquisa (já que eu estava procurando "pode transar com duplo J?", e o certo seria "relação sexual com duplo J é permitida?"), e ficar confuso, não agüentei e no dia seguinte mandei mensagem pro médico, perguntando. Foi permitido e me diverti! Depois disso, passado alguns dias, a porra do catéter começou a incomodar quando eu ficava de pau duro, o que me fez descobrir, após dias de sofrimento (tentando pensar em coisas tristes para baixar...), que se eu colocasse o pau duro em uma certa posição, não doía... E assim vou, tentando ainda conseguir novas posições que me permitam sobreviver ereto.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Prazer

Sete e meia da manhã. Faltam ainda trinta minutos pra porra do mercado abrir. Passo lentamente em frente ao mercado, no passo das sete e meia da manhã, e vejo muitos deles, a grande maioria é de velhos, amontoando-se em frente ao portão, fechado ainda. Dá para acreditar em uma sociedade onde as pessoas formam filas para entrar no mercado uma hora antes de o mesmo abrir? Romero estava certo.
Como estava a caminho de casa, pensando em bater uma punheta para relaxar, e quem sabe, dormir, ou trabalhar, depende de como a gozada vai me fazer sentir, comecei a pensar se tem algum sentido essa fila para entrar primeiro no supermercado. Não é possível, tem que ter alguma compensação. Os produtos não fogem das prateleiras. Não vai acabar tudo no mercado. Tem que haver alguma recompensa para o primeiro, ou os primeiros a entrar no supermercado. E como o ser humano é complexo, e quase sempre hedonista, mesmo que não se reconheça como tal, assim como existe prazer bebendo mijo, comendo merda, lambendo meia-calça, vai que entrar primeiro no supermercado dê um tipo de orgasmo que nem os asiáticos malandrões do Kama Sutra descobriram?
Esse pensamento veio acompanhando, é óbvio, pela lógica: muitos velhos ou pessoas que você julga serem feias (ok, opinião minha, mas passe em frente ao supermercado; mesmo beleza sendo relativo, haverá um consenso). Ou seja, pessoas que não devem transar. A velhinha, coitada, ninguém procura mais pra tocar aquela siririca nervosa dos idos tempos, da aurora da vida. O velhinho não consegue mais fazer o pau subir nem pela buceta (ou nem pelo caralho, dependendo da opção sexual do idoso). Pessoas feias transam quando querem. Mas vai que são religiosas... aí tem que esperar a pessoa certa, e pluft. Morre sem foder.
Então, para essas pessoas, cujo prazer não é comumente obtido via sexual (sim, pessoas feias transam, eu sei; viagra existe pros velhinhos, eu sei; e velhinhas podem se tocar, eu sei. Falaremos de um modo grosseiramente clichê, e este é o contrato que eu e você, caro leitor, temos - se não gostou, foda-se), a reunião antes do mercado abrir pode significar alguma coisa.
Uma primeira opção seria algo místico, tipo: abre-se o portal do prazer às 8 da manhã em ponto, que se encontra exatamente no portão do Guanabara, e o primeiro que entrar sente tanto prazer que acaba gozando, ou pelo menos sentindo aquela dormência meio cócegas, gostosa, levando ao cérebro a idéia de êxtase, e a pessoa fica feliz, relaxada.
A segunda opção é que o supermercado geralmente é um lugar grande pra caralho. Se a pessoa entrar em um horário comum, entra, faz suas compras, caminha normalmente pelo supermercado e sai. No entanto, chegando meia hora antes, ficam ali, todos próximos ao portão, aglomerando-se, com pequenos movimentos que visam a preencher mais a frente ou melhorar a ergonomia de suas posições. Esses pequenos movimentos acabam gerando uma histeria roçativa, e o roçar dos corpos pode ir causando aquela subida de ânimo pelas entranhas. Quando abre o portão, os corpos roçam-se com maior animação, e a freqüência dos movimentos aumenta, e quando todos estão tão grudados que não sabe-se mais o que é mão de um, calça de outro, o êxtase ocorre e aquela multidão tem uma descarga de prazer ao entrar no mercado.
Acho que isso poderia ser usado como slogan: "Hoje o supermercado abre mais tarde, às 9 horas. Você, que acorda tarde, terá a oportunidade de ser um dos primeiros a entrar no mercado! Chegue cedo e garanta seu orgasmo! Prazer garantido ou seu dinheiro de volta!" Sei lá, alguma merda do tipo.
Enfim, acho que enquanto meu pau estiver subindo, e meus dedos não caírem de lepra, e minha língua continuar fuçadeira, mercado, pra mim, só depois de já aberto. Mas quem quiser testar a teoria, só chegar, no Guanabara mais próximo da sua casa.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Paródia Musical - Corneia

Hoje, vamos a uma paródia musical a la funk carioca. O sucesso parodiado é Sereia, do Lulu Santos... Porque paródia boa é paródia de música ruim.

Lá vem a Merda.

CORNEIA

Ela é tua luz, teu sol
Mas quando te corneia
Tu fica sem chão.
Gosta de falar que é tua,
Mas nego da tua rua
Já comeu o cu!
Curte um bom bacanal,
Bem selvagem,
É putaria, é só vagabundagem...
É adultério!
(2x)

Chifre já levou aos montes,
E ela vai na fonte:
Só quer piroca de Itu!
Engole tudo e nem baba,
Ela senta e goza
E chama de amor!
O que ela ama, tu não tem:
Um pirocão de jumento!

Gosta muito de foder,
Grita e esperneia
Quando metem sem dó!
Ama sexo anal, baixaria...
Só quer dar...
E tu na esperança
Do casório
Amanhã!


Taí, pra quem gosta, pra quem não gosta, pra quem não visita, pra quem visita... tae.


sábado, 8 de dezembro de 2012

Portal de informação

Ele era jornalista, dedicado. Conseguiu, aos 40 anos, firmar-se em um jornal de renome (que ia contra os seus princípios, mas pagava bem), e tinha certa fama por sua polêmica. Suas opiniões, embora respeitadas por uns, eram sempre provocativas a algum setor; e quando digo provocativas, é porque o eram realmente, não eram apenas algumas pessoas contrárias às idéias que o respondiam: o tom em que colocava suas idéias era reprovado até por quem concordava com ele. O típico "radical", mas domado, e o que todos se perguntavam é como o jornal, conservador, aceitava as opiniões daquele "bosta", sem nenhuma base, tudo saído daquela cabeça. A resposta, simples como fazer miojo, é que as polêmicas levantadas por ele vendiam (tanto os que gostavam da coluna dele quanto os que odiavam compravam, só para ter o que comentar ou o que reclamar o dia inteiro), e o melhor de tudo: eram superficiais!
Esse era Geraldo, e ele estava em um dia de fevereiro na redação do jornal, ao lado de Leila. Leila, sim. A loira, com olhos azuis, cabelo vermelho (loira com cabelo vermelho), bucetinha lisa e peitão que saltava na sua blusa (sabe peitos dando a impressão de que os mamilos vão saltar a qualquer momento da blusa?). Quer saber, foda-se o Geraldo. A protagonista dessa história será a Leila, ela é mais... interessante!
Então, Leila não era polêmica, e nem tinha ascendido no jornal por causa de sua beleza, como muitos poderiam imaginar. Ela além de manter a depilação genital em dia (realmente, polêmica não era com ela), escrevia muito bem. E não dava pro chefe, nem puxava (lambia, acariciava ou beijava) saco. Sabia de sua competência e mantinha-se constantemente informada de tudo! Sim, mania de jornalista, saber um pouco de tudo e saber muito sobre quase nada. Para isso, Leila mantinha-se conectada, on-line, pelo seu celular (desses que têm aplicativo que até solta cheirinho bom quando você peida) o dia inteiro. Dormia ao lado do celular, não sem antes conferir as últimas notícias nos grandes portais da web. Acordava já lendo o que havia ocorrido enquanto dormia (isso quando não acordava no meio da noite e dava uma checadinha rápida antes de voltar pro sono), era sempre a primeira visão que tinha. Ao contrário do que você tinha pensado, que ela acordava sempre olhando pra uma piroca, ou um peito cabeludo, ou uma cara barbuda, ou uma outra buceta, enfim, alguém que ela tenha trepado na noite anterior, não importa o gênero... Aliás, perceberam que homem é retratado cheio de pêlo e sua cabeça levou você a pensar numa buceta depilada? Pense sobre isso depois. Ela preferia trepar durante o dia, porque considerava seu sono sagrado. Isso é o perfil completo de Leila. Acho que ela está bem para protagonista.
Nesse dia, em que Geraldo (apenas um gordo agora, que sentava-se ao lado de Leila no escritório) encontrava-se com ela na redação, Leila havia acabado de dar uns tapinhas em sua buceta (por cima da calcinha mesmo), até babar, dentro do banheiro do jornal, que era muito limpo; ela gostava de andar com a calcinha babada pela redação, sentia o cheiro do próprio semi-gozo e sentia-se poderosa por isso, mais gostosa. Nisso, viu seu celular, e, como o dia estava muito parado, e Geraldo era um cara chato na opinião dela, resolveu pegar o aparelho e um estojinho que escondia em sua bolsa, e voltar para o banheiro: ia ver algumas fotos de fodas suas, fodas recentes, registradas no cartão de memória que ela mantinha escondido, apenas com suas fotos proibidas. Adorava ver a si mesma sendo penetrada ou chupada (embora só tirasse fotos de rosto e corpo no momento do sexo, sem tirar fotos das partes íntimas em si... ou seja, imagina que ela esticava o braço para cima, enquanto o cara - ou mulher - pegava ela de quatro, e na foto saía o rosto dela, a bunda dela, meio de cima, e o cara - ou mulher - tinha o torso e o rosto também captados, ao fundo; nunca tirava foto só de bucetas ou piru, esses, quando apareciam, eram coadjuvantes; ela preferia algo mais sensual, insinuante, do que explícito. Coisa de "mulherzinha-50-tons-de-cinza"...), e isso dava vontade de fazer mais do que dar tapinhas até a bucetinha babar, sentia vontade de cuspir na mão, misturar a baba da boca com a da buceta e tocar, roçando o grelo, enfiando o(s) dedo(s), fechando as pernas com  força para contrair o clitóris, essas paradas. Pois Leila ia ao banheiro. Passou pelo corredor, tirando a memória do estojinho e trocando já com a que estava no celular. Só pela ação sentia já a baba colando suas virilhas, já pensando no que estava fazendo (e no ambiente do trabalho); embora fosse usual para ela, sabia que era algo errado: estava usando o tempo que lhe pagavam para ficar vendo sacanagem. Foda-se. O dinheiro pode comprar tudo? Não a todos, certamente... Caso perdesse o emprego por uma bobeira dessas, certamente conseguiria outro rápido. Virou o último corredor e já sentia a calcinha úmida. Abriu a porta e entrou no banheiro. O banheiro tinha ar condicionado, isso é importante, pois ela não saía tão suada assim.
Trancou-se em um dos compartimentos com vaso sanitário. Usava saia nesse dia, o que lhe facilitava e muito o ato (pois quando estava de calça chegava a desanimar, pois arriar as calças não a deixava totalmente livre; suas pernas pareciam as de uma pessoa com paralisia infantil nessas horas). Subiu a saia e deslocou a calcinha, uma calcinha que tinha apenas a costura elástica dos lados e era totalmente preenchida, na frente e atrás, por uma espécie de rede bem fechada, como aquelas para pegar peixinhos de aquário. Não posso deixar de fazer uma analogia de sua buceta lisa e babada nessa rede com aqueles queijos que vêm com uma rede embrulhando-os: você passa a mão e a mesma sai toda gosmenta; assim estava a calcinha. Leila percebeu que nem precisava cuspir em suas mãos; botou a mão na calcinha para colocá-la de lado e poder dedar como toda vulva merece, principalmente quando já molhada, e percebeu que já estava com meio caminho andado. Apoiando uma das pernas no vaso sanitário (fechado), ela recosta-se sobre a parede (parede mesmo, não divisória como em alguns lugares), e enquanto com uma das mãos já está com os dedos deslizando pela buceta e grelo, a outra passa suas fotos íntimas no celular. Não se sabe se ela se toca pensando nela mesma, ou se nas fodas, porque eu não sou um escritor tão onisciente assim, deixo meus personagens terem um pouco de privacidade, mas a verdade é que ela passa as fotos e se toca. Algumas fotos na verdade, ela nem vê: devido ao êxtase, porque às vezes fecha os olhos; e também devido à sua falta de coordenação motora, que a faz acelerar o dedo que está passando as fotos no lugar do dedo que está quase enrugado de tão molhada a caverninha sagrada.
Leila está quase fora de si, mas controla-se, para não gritar e não ser descoberta em um momento tão íntimo quanto esse (além do que ia interromper todo seu prazer). E em um momento em que o controle exige tanto de sua consciência, seus sentidos começam a perder-se, Leila pega a mão com o celular e junta com a outra, aproximando o aparelho da buceta, vulgo vagina, melecando-o todo. No entanto, a mão do celular não parava de passar as fotos, e a borrachinha do mesmo, texturizada com uns buraquinhos arredondados, estava gostoso quando encostava no clitóris de Leila, o que a fez, mesmo imaginando ser o celular, e saber que isso podia danificar o telefone, não parar de forma alguma, e mais, começar a enfiar o aparelho cada vez mais dentro da xoxotinha - porque já escrevi "buceta" muitas vezes. Quanto mais enfiava o celular, mais a outra mão sentia-se obrigada a tocar o grelo, já que o buraco já estava preenchido com o eletrônico. E nessa excitação, o aparelho entrando quase por inteiro, Leila sentiu que estava quase gozando, e começou a querer forçar o dedo no grelo, mas inconscientemente, também forçava a entrada do celular na caverna úmida, e isso foi num crescendo, que finalmente... PZIIIIIUUUUUMMMM! Pzium? Que porra é essa de pzium??? Pois no momento em que o celular encontrava-se completamente inserido na buceta lisa, molhada e apetitosa de Leila (o que não quer dizer que cabeluda seria menos apetitosa, pois buceta é buceta de qualquer jeito), Leila atingiu o orgasmo, e, embora pensasse que era lenda que a mulher libera energia elétrica (pequenos pulsos elétricos na verdade, de carga mínima) quando atingia seu clímax, Leila percebeu que sentiu um choque lá dentro, que estendeu-se até a portinha e ao clitóris, potencializando o gozo a um nível que nunca havia experimentado! Na hora, perdendo-se entre cerca de 9 pensamentos simultâneos (dentre os quais 7 ela não faz a mínima idéia do que sejam, já foram esquecidos), lembra-se que chegou a pensar que sua baba tinha causado um curto no celular, mas tacou o foda-se para isso, já que experimentava algo extremamente agradável. Mas passados 40 segundos, Leila quase no chão, semi-estirada, com uma das pernas dobrada e a outra completamente esticada, começou a recobrar a consciência, e a primeira coisa que veio em sua mente era que suas duas mãos encontravam-se uma em sua cabeça, ajeitando seu cabelo, e a outra em seu peito, apertando, tentando tirar uma casquinha do efeito relaxante para o mamilo esquerdo; ou seja, o celular continuava lá dentro! Rapidamente meteu a mão que estava no peito na vagina (ok, buceta é melhor, mesmo estando já repetido), tateando, tentando achar o celular. Percebeu que enquanto tateava, "pensava" em notícias, como se estivesse na internet, e achou estranho; mas enfim, os efeitos de um gozo podem ser surreais, e isso não a surpreendia. Mas quanto mais enfiava seu dedo, percebia duas coisas: a primeira e a mais óbvia é que não havia sinal de celular algum; a segunda é que ela não estava pensando em notícias, e sim a cada dedada, tinha acesso direto, e era como se sua mente estivesse lendo algo que aparecia para ela por menos de um segundo (era como se aquela notícia fizesse parte de seus arquivos de memória, como se seu cérebro fosse um HD e tudo isso estivesse já previamente carregado, e ela conseguia ter acesso e saber de tudo apenas com o aparecimento da notícia). Tirou a mão, assustada, de sua fonte de prazer, e, devagar, foi com um dedo para cima dos grandes lábios. Ao tocá-los, sentiu uma vertigem e uma chuva de informações foi brotando em sua cabeça, como se pudesse ver tudo e saber de tudo em pouco tempo. Tirou o dedo. Tudo normalizou. Recolocou-o, agora sobre o clitóris, e deslizou um pouco, e era como se visse em uma janela as notícias todas, uma a uma, deslizando como se em uma cascata, diante de si. Adorou. Sentia prazer e não precisava desligar-se das notícias. Com essa vantagem, Leila subiu muito na empresa, e agora as trepadas e as siriricas lhe davam prazer e conhecimento, tudo o que sempre desejou. Parou de dispensar trepadas por precisar atualizar-se, e agora é trepando que atualiza-se. Mas não passou a dar apenas para informar-se: quando era apenas uma consulta, podia discretamente colocar algum objeto mole no meio da boquinha da buceta, e simplesmente cruzar e contrair as pernas e pronto! Enxurrada! Leila vive feliz, super informada e gozando muito, sempre! E uma coisa leva à outra! E todos foram felizes para sempre.
Ah! O Geraldo continua polêmico, e nunca comeu a Leila.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O negócio é comer cu e buceta.

Todo homem é fodedor de pensamento!
Sonha que seu pau seja igual o de um jumento
(mesmo que sua vara não arrombe a buça
de sua amada, como um extintor de incêndio).

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Com essas palavras termino o meu pensamento, de que todos somos ensinados a comer na punheta as mulheres desde criança, e o problema é que quando crescemos, muitos queremos a mulher apenas como uma punheta - um meio de gozar -, como se a única função dela fosse fazer o homem gozar. Mas que coisa mais ridícula. Se até minha mão esquerda consegue, porque haveria algo que não me fizesse gozar? O negócio é conseguir satisfazer uma mulher no sexo - seja com pirocada, lambidas, dedadas, orelhadas, carinho no umbigo, mordidas na orelha, etc.

Não pegue mulher para gozar apenas. Pegue se estiver com vontade de trocar carinhos - e não digo coisas carinhosas, digo carinhos de modo genérico, algo que seja gostoso pros dois, e pode ser chicote, pregador no mamilo, escarrada na cara, mijo no corpo, essas paradas - , de ter uma experiência boa e dar uma experiência igualmente boa. Dedicar-se para que o sexo não seja uma punheta com outro corpo envolvido.

Como sempre, meus manifestos são tão claros como um discurso de uma velha com alzheimer!

Fodam-se!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Ânus 90

Bom, apenas brevemente explicando: quem viveu nos anos 90, sabe que tem muita música escrota que, volta e meia, sem explicação alguma, volta para a sua cabeça e faz você ficar com aquela merda na cabeça. Pois bem, estava eu no Parque Barigüi, quando o psicopata estuprador (ia falar que existe dentro de mim, mas ia pegar muito mal...) que é o meu ID atacou.
E coloco abaixo a paródia inventada por ele, baseada na letra "Marrom Bombom", do grupo Raça Negra. Quem quiser ver a letra original, clique aqui. Se é que você não acaba de, infelizmente, lembrar-se dessa obra-prima.
Aí vem merda, literalmente.

"Você tem o cu pra me dar, certo?
(Vem dar pra mim, pô!)
Vou pegar seu reto e fazer bonito!
(Vem dar pra mim, pô!)

Prepara minha vara que eu vou te arrombar.
(Vem dar pra mim, pô!)
Eu farei gostoso, nem vai machucar...
(Isso é cinismo)

Tira a calça jeans
Bota a mão no meu pau
E vamos fazer
Um sexo anal (2 x)

Você sentiu muita dor
Mas disse que foi bom
E meu pau mudou de cor
Ele ficou marrom

Ficou marrom
Ficou marrom
Meu pau ficou marrom...
Ficou marrom
Ficou marrom
Meu pau ficou marrom... (infinitas vezes)


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Infernum Samambaiis, 28/04/2011


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A volta triunfante de Cavernoso (agora tio e semicalvo)

Blog! Que bom estar de volta, mas paremos com esse papo e partamos para o que interessa (ou não). Muita coisa na cabeça, pouco espaço para escrever, muito tempo disponível (porra nenhuma).

Estavam os dois sentados, em um desses locais os quais dizem ser lindos, cartões-postais do mundo, mas ao qual ele não dava a mínima atenção. Não que desgostasse por completo, seu desgosto por esses locais devia-se apenas à chatice das pessoas em insistir na beleza daquele lago, daquele morro... tudo muito normal para ele, não merecendo assim os numerosos elogios que fazem questão de fazer. Mas isso não diz nada sobre a história. Passemos a ela. Ela, ainda não completamente transformada como ele, ainda via uma beleza naquela cena toda (mesmo que não a visse, tentava ver, pois diziam que havia). Ele ainda tentaria muito tirá-la desse meio.
Os dois conversavam sobre coisas desinteressantes, como apenas os que se amam e os amigos podem fazer sem que haja uma saturação, e assim ele suportava aquele arzinho medíocre de ambiente saudável ao seu redor, com pessoas usando fantasias de ginástica. Na verdade, ele não sabia o que era mais engraçado, se as fantasias de ginástica coladas nas pessoas que estavam sentadas, tão sedentárias quanto eles, ou se os assuntos totalmente perdidos e sem sentido algum, mas que conseguia prendê-lo com um interesse vindo não sabe-se de onde, mas que o divertia o suficiente para esquecer problemas de adultos em uma cabeça juvenil.
A noite cai, e embora ele estivesse no tal cartão-postal, não observava a lua, e sim o vazio do local e os peitos dela. Incrível como a escassez de pessoas já o fazia pensar em sexo. Não que não pensasse com pessoas ao redor, e não que não olhasse para os peitos dela no meio da multidão, mas não havia aquela olhada que já preparava para a mordiscada. Dois segundos e o primeiro ataque ocorre. Ela não tinha como negar, caso negasse, apelaria para o fundo romântico, embora de romantismo apenas o lado sombrio da segunda geração o interessasse. Já se conheciam, e como ele imaginava, de fato, ela não negou. Pelo contrário (embora com a nova gramática portuguesa, essa frase possa soar como um pelo de braço ou de sobrancelha ou mesmo de boceta com a raiz para fora e o final do pelo para dentro, estando assim ao contrário, é apenas o por+em ao contrário, e nem é ao contrário, porque o contrário de negar é permitir, e nem se trata disso aqui), ela não só afoga-lhe o rosto em seus seios (fale isso rápido: seus seios, seus seios, seus seios; é engraçado) como mete a mão em sua bermuda e puxa o zíper.
Tudo ficando quente, não havia o porquê parar. Alternando-se a vigilância para ver se alguém passava, as línguas brincavam, cada um com seu outro corpo, quase seus próprios, na verdade, enfim, uma dessas coisas que você escreve, entende, mas não consegue fazer com que os outros entendam. Mas a lua que se foda, a árvore de natal também. Partem para o agreste.
Ele conseguia ficar mais feliz e mais excitado enquanto saía daquela paisagem, até porque a melhor vista que teve do passeio foram os peitos dela (pois infelizmente a calça não dava a visibilidade que uma saia dá), que continuaram sendo alvos de olhares furtivos (ou nem tanto) e dedos e mãos nervosas em esbarrar ou apertar ou resvalar ou roçar, ou foda-se, você escolhe o verbo. Chegando em casa, latejante, não deu bom dia, boa noite ou a merda que fosse! Ofereceu uma água a ela (ou nem isso) e trancou-se no inferno (que aqui é dito com um sentido positivo, e como no "Balconista 2", vou mudar o sentido) com ela.
Agora não havia mais restrições, a não ser as espaciais, pois encontravam-se em um quarto (sim, inferno era apenas apelido). Ele, com todo o ímpeto que havia segurado durante o passeio inteiro, parte para cima da fêmea, animalescamente: chupa, morde, beija e vai tirando a camisa dela. Tira a sua, solta o cabelo; agora ele pode ser um leão ou uma garota-propaganda da Garnier, se bem que o cabelo está demasiado seco para garota-propaganda. Parte para cima, agarra no pescoço, com a ferocidade e a suavidade de um leão que pega seus filhotes pelo pescoço e taca para um outro lugar, ou quase isso. Agora o tabu! Puta merda, a calça havia evitado que ele tocasse o tesourinho, a periquita, a gruta, caverninha, buceta, xana, xota, xereca... não, xereca não. Foda-se! Ele tira a calça dela com vontade, de uma vez só, arrancando junto a calcinha e já cai com a boca beijando seus lábios. Pela primeira vez ele nota um misto de satisfação e frustração, uma dessas coisas sutis que quando passamos muito tempo juntos passa a ser quase um grito. E com meio rosto aparecendo, pergunta:
"Que que foi? Tá ruim?"
"Não... é que a minha calcinha é nova... você nem viu..."- ela responde rapidamente, mas sem parar a involuntária corrente vaginal.
Ele sorri, embora ela não tenha visto o seu sorriso, abrindo aquela covinha na bochecha, e responde, prontamente:
"Quem gosta de calcinha é o Wando. Eu gosto é de buceta!"
E meio rindo, volta a exercitar seu músculo sensorial gustativo. Sexo engraçado, nunca imaginou fazer isso sem quebrar um clima. Afinal, se o objetivo é gozar, fazia parte, forma par. Ela riu também e relaxou, mais tranqüila com a neura da calcinha nova.
Era engraçado também como ele pensava em "roquenrou" (era o que diziam quando o viam, aquelas zoações que não têm tanta graça, mas tem uma inocência engraçada no fundo) até quando estava nessa posição. Pensava as linguadas como palhetadas em uma guitarra, e gostava de variar em uma palhetada lenta e marcante, como em "Sweet Child o' Mine", e depois passar para um solo de Slayer... tá, solo de Slayer é forçar a barra, mas ele imaginava que fazia na velocidade, embora chegasse a um ACDC talvez.
Morcegos passaram voando, baratas podem tê-los vistos deitados toscamente, mosquitos zumbiram em seus ouvidos, e muita coisa rolou. Mas o importante é que o Banco Real dá 10 dias sem juros no cheque especial para você pagar. Vá lá, encha o rabo no natal e pague durante o ano, ou os ânus, se for em mais de doze vezes!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

"Você vai cobrar pra foder" ou "Tá na cara que vai ser puta"

Bom, outra letra que deturpei aos 16, 17 anos... A letra sacal do Roberto Carlos, escrotamente cantada pelos Titãs não poderia passar batida, e fiz uma homenagem a ela. Escrevi e também gravei, mesma coisa: Bruno na guitarra, eu na voz defada, e participação especial de Felipe cantando normal. Na época, onde os Titãs colocaram Backing Vocal, como em "É preciso saber viver (saber viver!)", eu troquei pelos nomes de professoras, diretoras e putinhas juvenis da escola. Mas vamos ao que interessa.

"Você vai Cobrar pra Foder!"

Se você quer ser da vida
Tem que ter um bom rabão
Tem que foder com maluco,
Com playboy e com ladrão.
O esporro no seu rabo
Você vai receber...
E você vai cobrar pra foder

Se o pau é pequenino
É fácil você tomar;
Enfia no buraquinho
E rebola até gozar.
Lapa e VM existem
Prá você nos atender
Sexta-feira vamos nos ver!

Você vai cobrar pra foder!
(Sua piranha)
Você vai cobrar pra foder
(Na boquinha)
Você vai cobrar pra foder!
(Delícia!)
Cobrar pra foder... porque você fode bem!
Bem!

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Letra Original (do tio Aberto Carlos)
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher 
É preciso saber viver

É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver

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Isso na verdade não está chamando as garotas que fodem bem de piranhas, e nem é uma apologia à prostituição. Ou é... AUHHAUuhaUHaUHua

Inté o próximo post. Quem sabe pode ser a sugestão do Gabriel: AC/DC - You Shook Me All Night Long (You Suck Me All Night Long), ou uma versão feminina pra música, You Fuck me All Night Long... Tenho que analisar a letra.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"Eu não quero por aqui" ou "Ode à minha piroca"

Mais uma da série paródias doentes. Essa eu fiz quando eu tinha meus 16 ou 17 anos. Música original em inglês, faço a menor idéia de quem, versão do KLB em português, "Ela não está aqui". Versão zoada em português, Infernum Samambaiis. Vamos lá.

Tá difícil te foder
Tirar você de mim
Tá entalado dá pra ver
Teu cu tá doendo sim!

Não pensei que foda anal
Pudesse te machucar
E uma lágrima de dor
Hoje cai do teu olhar
(O olho do teu cu!)

Baby, eu vejo de longe
Teu cu tá bem grande
Dá pra entrar um monte!

É, é, baby!
O estrago foi enorme
Você me responde:
Eu não quero por aqui!

Agora só quer me chupar,
O cu nunca mais me deu...
Foi você que quis me dar
Depois se arrependeu!

Baby, eu vejo de longe
Teu cu tá bem grande
Dá pra entrar um monte!

É, é, baby!
O estrago foi enorme
Você me responde:
Eu não quero por aqui!

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KLB (para comparações)

Tá difícil esquecer,
Tirar você de mim
Nos meus olhos dá pra ver
Seu adeus doendo assim

Não pensei que esse amor
Me pudesse machucar
E uma lágrima de dor
Hoje cai no meu olhar

Baby, te vejo tão longe
De mim tão distante
Além do horizonte
Baby, eu grito o seu nome
Saudade responde
Ela não está aqui

Quando o sol vem me tocar
Parecendo o beijo seu,
Deixo o sonho me levar
Pra acordar nos braços seus

Baby, te vejo tao longe
De mim tao distante
Alem do horizonte
Baby, eu grito seu nome
Saudade responde
Ela nao esta aqui!


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Bom, acho que a minha ganha de longe dessa bosta. Isso fede a pão bolorento! Feijão branco esquecido do lado de fora da geladeira por uma semana...
Foda.

Essa versão que eu fiz cheguei a gravar com um amigo, ele tocando guitarra e eu na voz defona, ams a gravação se perdeu... =/

Depois vou postar outra antiga... versão de "É preciso saber viver". MInha versão: "Você vai cobrar pra foder". Da mesma época que essa... 2002, 2003... por ae.

Fiquem com deus, com diabo, com caralho, com buceta...


OBS: Apenas para esclarecer, leia-se "Eu não quero puraqui". Porque com essa reforma gramatical, agora não sei se o verbo pôr caiu o acento, e ficaria homossexual. É uma mulher dizendo que não quer que entre nada pelo cu, sacaram? Por+o = pelo. Sem acento. Maldita reforma...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Eu não quero ouvir a música da Simone!

Eu não quero ouvir a música da Simone!
Eu não quero ouvir a música da Simone!
Eu não quero ouvir a música da Simone!
Eu não quero ouvir a música da Simone!

Natal é uma merda!

Eu não quero ouvir a música da Simone!
Eu não quero ouvir a música da Simone!
Eu não quero ouvir a música da Simone!
Eu não quero ouvir a música da Simone!

Natal é uma merda.

Eu só quero Hiroshima e Nagazaki!
Problemas subterrâneos.

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Buceta de religião

Bom, depois do meu desabafo (inútil. diga-se de passagem, porque além de ninguém ler o meu blog, quem lê provavelmente odeia ouvir essa música de merda todo mês de dezembro. E mesmo que fosse feita uma campanha decente contra isso, as pessoas estão acostumadas a isso; e quebrar o costume do pessoal é foda... Além do mais, se não fosse a Simone, seria alguma música da Xuxa, ou da Ivete Sangalo, ou da Cláudia Leite Nurrego... E isso para um parêntese é um extintor para um cu, né?) quero falar de algo muito sério: ELES ESTÃO SE PROLIFERANDO!
Eles quem, pergunta o leitor, enquanto ouve uma música e conversa com 5 pessoas no MSN, e brinca no Buddy Poke, achando aquilo super engraçado...
Respondo: ELES! Depois do Instituto Manassés botar seus Escravos do Senhor nos ônibus para vender "a incrível caneta-calendário 2009", e faturarem uma grana extra para os pastores, dizendo que cuidam de drogados, surgiu agora a INSTITUIÇÃO DEUS ONIPOTENTE. PUTA QUE O PARIU (sim, a que pariu o deus onipotente...) IU IU IU (com équio!)! A meeeeeeesma merda, vendendo a "sensacional caneta-calendário 2009", dizendo que cuida de drogados e moradores de rua, e blablabla. O cara me tem a coragem de dizer que só Jesus salva, menciona Jesus 50 vezes em 3 minutos, e diz estar curado! POOOORRA! Ele não percebe que está com um problema sério de neurose e esclerose, já que acredita em coisas fantasiosas?
Enfim... a grande diferença entre os dois institutos Grana-extra-prá-pastor, é que o Manassés bota seus Doentes mentais devidamente uniformizados e oferecem mais tipos de caneta: eles oferecem canetinha infantil que se passa como "caneta para escrever em CD", vendem lapiseira da Hello Kitty, que na verdade é da Rélou Quiti y otras cositas más que los drogaditos estão tentando se livrar.

Bom, é o novo mercado. Vou abrir uma igreja da Buceta Aberta, que contará com uma instituição que abrigará putas e piranhas (que não é a mesma coisa) e elas sim farão a boa ação a todo homem ou mulher seco que estiverem precisando balançar a vida. Além disso, quando estiverem assadas, as mulheres da igreja tentarão recolher verba em ônibus vendendo camisinha. Ah sim. Como diferencial das igrejas evangélicas, não aceitaremos aposentadas, apenas profissionais ativas, ainda no ramo e no pau.

Estou aceitando currículos para cadastro, e meu agente entrará em contato com as pessoas que parecerem mais qualificadas para esses atos de boa ação. E muita ação!
E-mail para rossello.fabio@hotmail.com ou semdignidade@hotmail.com

Agradeço a todos, e avaliaremos seus CUrrículos.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Instituto Manassés

Ai, mas que merda. A pessoa volta do trabalho, 6 da tarde, puta porque não fez nada. Eis que precisa encontrar com um velho inimigo (sem forma fixa... ele é como um vírus), no que deveria ser a tranqüila volta para casa. Afinal de contas, o ônibus estava vazio, apareceu em menos de 5 minutos... tudo parecia bom na volta. Ele entrou no ônibus, pela porta do meio (a de saída).
Eu não tinha percebido que se tratava "deles", pois é comum a entrada de pessoas que somente vendem balas pela porta de saída, né. Eis que começou a falar feito um flamenguista. Meus olhos, que vagueavam pelo vidro da janela e pelo chão do ônibus, ao perceberem a minha desconfiança, procuram ver quem é o emissor dessa mensagem fonética. Os olhos não me enganam; eles vêem a camisa azul. Puta que o pariu, é aquela merda mesmo! Observo sua boca, e vejo que tem um dente da frente quebrado, em forma de triângulo. Embora me faltem dentes e moral para falar disso, dentes triangulares (os que deveriam ser quadrados) me dão um certo nervoso.
"Eu represento uma clínica de recuperação para viciados em drogas e em alcoolismo..." Sim... não resta dúvida. São eles. Vai me oferecer uma porra de uma caneta com adesivos, e falar de Deus. Não dá outra: diz que a instituição não tem ajuda do governo, e só se sustenta com a ajuda das vendas que eles fazem. Cada explicação qeu ele dá, eu falo foda-se cada vez mais alto. A pessoa do meu lado me olha estranho, não sei o porquê.
Porra, é uma instituição de uma igreja evangélica, o nome é Manassés (aprendi hoje, resolvi que tinha que saber o nome da merda que eu estava pisando), cujo pastor, provavelmente cheio do dinheiro, pega os drogados, troca a maconha e o crack e o pó por bíblias e fazem os caras virarem chatos do Senhor. Aí, pega essas cobaias de lavagem cerebral, e bota eles para pegar dinheiro para o pastor encher o rabo de grana!
Pode ser que isso seja apenas mais uma paranóia minha contra a cristandade imunda que vive a me cercar, mas é opinião minha expressa, e reprovada por toda a família, mas eu prefiro um drogado do que um crente que vai ficar só falando de Deus. Apenas troca-se o vício, mas a pessoa não se cura, não fica normal.
Voltando ao busófilo, o discurso que me enoja, tenho vergonha de reproduzi-lo aqui, mas uma coisa que me deixou puto é que, além do cara me dar uma caneta e um adesivo da Hello Kitty, pra eu comprar por 1 real, e ajudar as pessoas blablabla (que o pastor, supostamente não cobra nada pela internação... vai saber... só o dízimo! Hehehe E não paga pelo trabalho escravo), o filho da puta ainda me pegou com a frase: "a quem puder ajudar, que Deus abençoe" (eu não vou ajudar, porra! Haha foda-se!) "a quem não puder ajudar..." (Há há, o meu caso é quem não QUER ajudar) "...que Deus abençoe também."
Ah.. vá pro caralho inchado na buceta perebenta da tua mãe! Eu não ajudo, e você não me livra dessa bosta de bênção de Deus? Desço puto do ônibus.

E tem gente que diz que as drogas são o problema da sociedade... vou dizer uma coisa original, e que pode virar um slogan na posteridade: a religião é a maconha do povo! Dando uma atualizada heheh mas é isso.. faz você rir mesmo estando na merda.

Isso me irrita.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Boquete Case

Bom, do nada, bateu na minha cabeça uma das músicas que todo mundo conhece e sai assobiando por aí... e que eu gosto. Basket Case, do Green Day. E só então vi que tinha muito a ver comigo agora... tô meio desesperado, angustiado, totalmente fucking la buceta meu estado. Tá foda... tô bitolado com a monografia, aí qualquer merdinha eu fico mal prá caralho. "I am one of those melodramatic fools... neurotic to the bone (no doubt about it!)". Ocá... mas para não ser tão down usando palavras alheias, vim pensando na música no ônibus, e minha mente, percebendo que eu iria me expôr ao ridículo nesse blog, postando uma música, começou a trabalhar, sacaneando a letra... ae deu no que deu.
Temos aqui mais uma letra zoada para o lado do instindo animal do homem, o instinto mais maneirinho, o sexo! Então chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa!
Vai a letra que eu inventei hoje e a letra original embaixo.
OBS: Da letra original, eu não iria procurar um garoto de programa como o Billy... mas foda-se... cada um com sua opção sexual.
OBS 2: Vocês poderão ver que meu inglês é tão pobre na matéria de sacanagem... comparem essa com a "I Wish I Had a Devil" lá embaixo...


Boquete Case

Do you have a time
To drink a glass of wine
I´ll spend my money but you got to get drunk
I am one of those
Who loves to get a fool
New chick that´s all alone
And just abuse it

Sometimes you like to suck my dick
Sometimes I like you to ride on me
It all keeps adding up
I think I'm already cumming
Would you like it in your boobs
Or in your tongue?

I want so much to lick
Your pussy and your clit
And show you that sex is something special
I will call you whore
And spank you with my cock
You´ll beg my semen and I´ll give it your throat down

Sometimes you like to suck my dick
Sometimes I like you to ride on me
It all keeps adding up
I think I'm already cumming
Would you like it in your boobs
Or in your tongue?

Take it in your throat
Then you get a cumshot!

Infernum Samambaiis - 18/09/2008

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Basket Case - Green Day

Do you have the time
To listen to me whine
About nothing and everything all at once
I am one of those
Melodramatic fools
Neurotic to the bone
No doubt about it

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid
Or am I just stoned?

I went to a shrink
To analyze my dreams
She said it's lack of sex that's bringing me down
I went to a whore
He said my life's a bore
So quit my whining cause it's bringing him down

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid
Or am I just stoned?

Grasping to control
So I better hold on

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Idéias são somente idéias

Sentado vejo o mundo girar
Parado.
A mente escurece,
Não é sono, e sim, sonho,
Eu sonho acordado.
Modifico meu passado,
Imagino um futuro.
Vida virtual.
Vivo mil vezes um mesmo fato,
Um desperdício de tempo,
Um exercício mental.
E para que tudo isso
Se o que me importa
É masturbar o meu pau?

Será que eu sou assim
Ou eu finjo ser?
Ou eu quero ser?

Mente perigosa,
Mente criminosa,
Mente homicida.
Mente mentirosa
Mente abominável
Mente suicida.

Idéias bizarras invadem meu dia-a-dia
"Tudo o que eu queria era ser uma cotia";
"Repete, filho da puta!"
(seguida de uma porrada na cara dele,
sangue voando e um martelo esmagando sua cabeça).
Meus delírios doentios,
Tudo cuspido nessa bosta,
Escarrado. Vomitado.

Vocifero aos crentes:
"Vão tomar no cu! Deus é o seu vibrador!
Onisciente, onipotente e onipresente!"
E tudo isso me faz relaxar...
Jogo a Folha Universal no lixo, e cuspo no chão.
Demarco território assim.

Infernum Samambaiis 07/08/2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Nightwish - I Wish I Had An Angel (Zoada)

É... não sei bem o porquê, mas já percebi isso antes: muitas motivações minhas para fazer algo é zoando algo já feito. Então, dessa vez, fui ao banheiro (mijar, não fazer o número 3...) e comecei a cantarolar distorcidamente a música do Nightwish. Aí minha mente, nada sexualmetne hiperativa, criou todo o refrão, colcando "deep throat", "cum" e outras imbecilidades que a gente aprende baixando filme pornô na Internet... E eis que surge a minha criação: NightFetish - I Wish I Had a Devil. Que fique claro, o meu eu-lírico quer uma diabinha (assim como eu, quer dizer, assim queria comer eu.. ah esse trocadilho não teve graça...), e não um diabinho, antes que comecem a sacanagem! Inglês é mó surubão mesmo, nego não diferencia homem de mulher.. é igual o Ronaldinho!! Hehehe

Postarei a letra zoada primeiro, e quem quiser comparar, tem a letra original embaixo. E só vou postar em inglês. Não estou com saco para traduzir o texto. Beleza?
Entonce, aí vai:

NightFetish - I Wish I Had a Devil

I wish I had a devil
For my moments of Lust
I wish I had a devil tonight

Deep Into your pussy I may
Fuck you like an innocent virgin
Follow my words when I say
Tonight you will ride like never before

Your pussy tight me hard
But my dick is harder

I wish I had a devil
For my moments of Lust
I wish I had a devil
A virgin riding like a horse
I will put on your throat
Make you gag with my cum
I wish I had my hot devil now

You scream so loud "Oh you do it so well!"
When you´re drunk, so there are no rules

Your pussy tight me hard
But my dick is harder

I wish I had a devil
For my moments of Lust
I wish I had a devil
A Virgin riding like a horse
I will put on your throat
Make you gag with my cum
I wish I had my hot devil now

Make you feel
So much ill
Putting my dick inside your mouth
Dirty of ass
And it ends
You sleeping beside me wearing nothing!

First a dance, then a kiss
Then I touch your clit
Beauty with your leather and dark clothes

I wish I had a devil
For my moments of Lust
I wish I had a devil
A Virgin riding like a horse
I will put on your throat
Make you gag with my cum
I wish I had my hot devil now

(Paródia Infernum Samambaiis)

-------------------------------- Agora o Original---------------------------
Nightwish - I Wish I Had An Angel

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel tonight

Deep into a dying day
I took a step outside an innocent heart
Prepare to hate me fall when I may
This night will hurt you like never before

Old loves they die hard
Old lies they die harder

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel
Your Virgin Mary undone
I`m in love with my lust
Burning angelwings to dust
I wish I had your angel tonight

I`m going down so fail and cruel
Drunken disguise changes all the rules

Old loves they die hard
Old lies they die harder

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel
Your Virgin Mary undone
I`m in love with my lust
Burning angelwings to dust
I wish I had your angel tonight

Greatest thrill
Not to kill
But to have the prize of the night
Hypocrite
Wannabe friend
13th disciple who betrayed me for nothing!

Last dance, first kiss
Your touch my bliss
Beauty always comes with dark thoughts

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel
Your Virgin Mary undone
I`m in love with my lust
Burning angel wings to dust
I wish I had your angel tonight
--------------------------------------FIM----------------------------------


Bom, eis meu post de hoje... e os textos incompletos vão ficando prá depois. Não sei se isso é bom ou ruim para quem lê, mas para mim é positivo, que ultimamente meu grau de criação (mesmo que seja algo qeu a maior parte não gostaria de ler nem de graça) aumentou, aliás... passei a escrever as minhas idéias, que antes se perdiam nos ônibus e banheiros, e aulas também.

E é isso aí.

OBS: Não, não creio em Deus ou Diabo. Creio em fantasias sexuais, pulsão de morte, Freud e em Gnomos.

Infernum Samambaiis