quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Sobre balé

Balé me lembra The Sims, quando dava bug e os personagens faziam uns movimentos errados... Balé é dança pra quem é meio bugado...
Sério, é cada braço esticado e depois o braço passa por cima da cabeça e a pessoa sai andando igual caranguejo. Não consigo compreender a beleza desses movimentos. Estilo os defeitos do Shrek sendo animado. Enfim.

Pequenas reclamações da minha vida.

Anjos e Demônios

Tem o anjinho que sopra seu rosto e você fica vesgo se você estiver zoando um vesgo...
E qual o nome da porra do demônio que ceifa teu cabelo se você zoar um careca cabeludo que tá tentando disfarçar a calvície penteando o cabelo pro lado?

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Sobre pessoas e panetones

Um mundo de gente, de indivíduos. Mas nesse mar de diferenças, uma receita básica: carne e secreções. Todos, todos... bolos de carne, água e secreções. Uns saem mais perfeitinhos, outros mais tortinhos, pendendo para um lado, mas enfim, panetones.
Cada um com sua uva passa, com suas frutas cristalizadas (talvez desde a infância): defeitos que sabemos que não combinam com aquele panetone, mas que estão ali, sem saber o porquê. Nenhum panetone é perfeito. A massa pode ser deliciosa; mas terá uva passa.
A consciência de ter essas frutinhas indesejadas é um primeiro passo para tornar-se chocotone: aceitar os defeitos, e aos poucos, tentar livrar-se deles.
É muita falta do que fazer ficar tentando criar analogias com panetones, mas hoje é um dia chuvoso, realmente não tenho nenhum compromisso. Além disso, acabo de comer chocotone. E nessa alegoria, gostaria muito de conseguir me tornar um chocotone, de chocolate amargo, porque eu sou ranzinza.
E assim eu aceito mais uma uva passa minha: a incapacidade de reconhecer um texto ruim quando ele surge na cabeça.
Acho que sou um panetone com muita uva passa e frutas cristalizadas, e algumas gotas de chocolate amargo 85%. Porque a vida não é doce, nunca é. Se você acha, você é o mongolóide que, enquanto todo mundo se fode, não entendeu nada.

sábado, 12 de novembro de 2016

Ode à 5ª série

- Pô, tô mó saudosista... Vontade de pegar várias paradas que fizeram parte da minha infância... tava mó afim de jogar uns jogos de videogames antigos...
- Tipo o que?
- Ah, jogo de super nintendo, mega... Alex kidd, Sonic, Mario...
- Ih... Me amarrava também!
- Inclusive a edição mais difícil do Mario eu já zerei...
- Qual Mario?
- Aquele que te comeu atrás do armário! Hahahaha
- ... Tá. Sério, tá falando de qual Mario?
- Daquele... Que te comeu atrás do armário! Hahahaha
- ... Idiota... Percebe que não é saudosismo de jogos, e sim da sua mentalidade 5ª série, né?
- Desculpa, tô num nível quase patológico mesmo...
- Mas já perdeu a graça, né?
- Ah cara, tô zoando... Mas não pergunte mais do Mario, porque meio que pede essa resposta... Mas eu quero relembrar esses jogos antigos mesmo... Tipo aquele de tiro, que tinha pra 64... 
- ...
- Que tinha filme... Do espião... É...
- Zero zero sete?
- Cê dá a bunda e depois paga boquete! Hahahaha!!
- ...
- Hahahaha!
- ... Você tem problemas...

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Da série "não aconteceu, mas poderia ter acontecido".

É o Tchan x Mamonas Assassinas

P.S.: Lembrete após escrever o texto: Fabiano Alzheimer, não releia. Contem música chiclete que se você ler vai se pegar cantarolando do nada nos lugares mais inoportunos.

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A história é triste. Muito triste.
Para quem passou pelos anos 90, deve lembrar de muita coisa legal, muita coisa bizarra também... Dentre elas - as coisas bizarras -, É o Tchan (sim, sim, Carla Perez, altas punhetas, antigo GeraSamba, etc., etc.). E aí, tá, música merda, tinha alguma graça, os adultos achavam legal (!!!) botar as crianças com shortinho ficar ralando na boquinha da garrafa... enfim. Anos 90. Mas uma coisa, uma música, deve ser salientada:
"Roda no dedinho (bambolê)
Vai no pescocinho (bambolê)
Passa no ombrinho (bambolê)
Cai pra cinturinha..."

Lembrou da infame música-chiclete do Bambolê, né? Sim, agora essa merda vai ficar no seu cérebro por algumas semanas... Mas enfim, logo após essa parte, vinha o que é intrigante. Desculpe, mas terei que fazer de novo... :

"Uma RRRRoda-diiii-nhaaaa
Uma quebRa-diiii-nhaaaa
Mexe a trasei-riiii-nhaaaa
Minha Pitchu-liii-nhaaaa"

A parte acima, cantada com um quê de "Vira-Vira", dos Mamonas Assassinas, e se a referências não ficasse clara musicalmente, ainda tem a menção a "Pitchulinha", da música "Pelados em Santos". Então, sim: tratava-se de uma "homenagem" aos Mamonas Assassinas.

Após tudo isso, quero deixar os pontos que me causam indignação:

1) O que, na porra do cérebro do pessoal do É o Tchan, a buceta do bambolê tem a ver com Mamonas Assassinas??? Por que depois de rodar no dedinho e cair pro ombrinho, pescocinho e cinturinha, a merda do bambolê passa a uma homenagem (???) aos Mamonas? Bambolê... Mamonas... Que ácido foi esse?

2) Por que, POR QUE, P O R  Q U E, eu me pego pensando nessas relações que a maior parte do mundo já tentou e conseguiu se esquecer? Por que eu sinto necessidade de trazer isso à tona? Isso deveria ser como casos de suicídio: é melhor não divulgar, para não incentivar (no caso, que as pessoas voltem a ouvir É o Tchan).

Seria eu além de meio aleatório, anti-ético?
Bom, boas 3 semanas de "É na pegada do bambo, do bambo bambo, do bambo, do bambolê" pra vocês...

E para que eu não releia esse pensamento e fique com a música grudada de novo quando eu esquecer sobre o que é o texto e abrir novamente, colocarei lá em cima um lembrete para mim.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Sonho louco de 2011

Visitando facebook, sonho de 2011... Aí vai:

Sonho louco do dia: Peguei um ônibus com meu pai, e falei que se ele tivesse RioCard eu não precisava pagar passagem. Aí descemos num shopping estilo Barra, todo mundo de fraque ou terno, não sei a diferença... e tínhamos que passar por esse shopping para chegar no hospital. Chegamos e fomos visitar pessoal da minha família no hospital (tinham 3 pessoas internadas!!), aí o quarto tava uma zona só. Parecia festa. Não sei como saí com meu pai ( Fabio Soares) e meu irmão (Fabrício Soares) e fomos pegar a Giovanna. Chegando na rua dela, um coroa (bigodón) e uma coroa (pelancuda) estavam soltando morteiros, mas apontando para nós, na rua. O primeiro tiro chegou perto, e no que estourou, nem foi forte, mas meu pai desmaiou. Meu irmão continuou andando e eu fiquei ao lado do meu pai, caído. E os velhos continuaram tacando morteiros, e eu ficava pegando e jogando pra perto deles, ou desviando para longe. Até que deu merda no morteiro deles, eu levantei meu pai e continuamos a andar. Então eu estava com amigos ( Fabio Apu Rossello e uns amigos dele) e fui comprar uma caixa de bombons para aLuciana Kani. Mas eis que os amigos do Fabio tinham combinado para fingir um assalto, mas eu nem me abalei, porque eles repetiram a cena no lugar errado, e o soco falso do falso mendigo foi muito falso, e eu percebi que, além de ser falso o soco, a cena que eles fizeram na primeira vez foi diferente do local da segunda vez (foram mais para frente). Aí eu ri, confiante, tipo, sou-foda-ninguém-me-engana, e falei com ele que a atuação dos amigos dele foi pífia! Comprei uma caixa de Ferrero Manderly que eu achava que era Cacaushow (??) e na volta, o Fabio virou o Felipe Dantas e passamos no viaduto da Penha, onde estava tendo uma tenda de horror para crianças, onde lia-se o preço: "R$ 48 pra GERAL". Achei caro e resolvi atravessar para o outro lado, por baixo. No que estava descendo, tinha umas pessoas falando de Halloween com um monte de chocolate exposto, e eram representantes de alguma marca de chocolate. Eu estava com uma caixa de Ferrero, e uma expositora chegou, pegou um bombom da minha caixa (sendo que lá embaixo era uma exposição, as paredes estavam abarrotadas de caixas de bombons, bombons, trufas, etc. Inclusive tinham muitas caixas IGUAIS a que eu comprei, mas ela pegou o meu bombom... Aí eu falei que era pra presente, fiquei puto, e pedi pra ela uma caixa fechada. Ela, com a boca cheia, falou que não podia. Aí eu vi que podia pegar Sonho de Valsa, aí fingi que ia pegar Sonho de Valsa (e peguei mesmo, dois), mas com a caixinha que era para colocar um Sonho de Valsa só, roubei um monte de chocolate e saí correndo. Do nada, surge Taiane Linhares e grita que lá era para pegar qualquer coisa mesmo. Fiquei sem-graça de ter roubado algo que era pra pegar, e voltei para pegar mais, fingindo que eu sabia que era para pegar, e estava brincando só. No que eu voltei e comecei a encher mais a caixinha, um cara japonês apareceu e falou: "quem é Fabiano Soares?". Eu falei que era eu e ele disse: "apitou ali, vou ter que te levar pra polícia!" Aí eu senti que não era pra pegar porra nenhuma! Aí eu disse que não podia, porque a filha da puta da loira comeu um bombom que eu comprei, e eu falei que era pra presente, e o cara era dono de um restaurante japonês em Curitiba, olhou pra minha caixa de bombom, que eu segurava como uma criança segura a bola quando não escolhem ela pra time nenhum, ou quando não quer ser o goleiro, e ele disse que na loja dele tinha uma igual, e que ele me daria a caixa e ficaria tudo certo. E no que ele virava para verificar algumas coisas, os chocolates sem papel que eu tinha roubado, e meio amargos, eu comia escondido, para não ter que devolver. Aí eu acordei sentindo o gosto meio amargo da minha baba no travesseiro. Engraçado que no sonho o gosto tava bom pacaralho...

sábado, 6 de agosto de 2016

Aniversário Giovanna 6 anos

Após eu postar um texto no facebook para Giovanna, ela ditou para Joyce uma resposta. Reproduzo aqui para deixar gravado o meu texto e o dela.

Eu: "Ontem foi aniversário dela, a coisinha mais bonita do titio!
Sou babão mesmo por causa dela, ela sabe que com o titio ela pode fazer bagunça, pode falar besteira, afinal, o adulto mais legal, que ela não sabe se é adulto ou se é criança ("você é adulto, tem 30 anos, mas tem um monte de brinquedo, titio!"), o único que deixa ela ver filme de terror escondido... E o único que sabe dar comida pra ela, fazendo boca de bicho, de monstro que come avião e mata todo mundo...
Enfim, uma sobrinha que espero que cresça sendo muito minha amiga!
Faz ela ler isso aí, Joyce!
BEIJÃO, CRIATURINHA MAIS LINDINHA DO TITIO!"

Joyce: " Li agora pra ela, ela disse "Onw, amei! Titio vc não sabe quanto eu te amo e vc não sabe quando eu olho em vc meu cérebro quase explode e vc é o tio mais lindo do mundo e vc é a criatura mais linda do mundo, um beijão pra vc e tia Lu tb! E o titio não pense q foi a minha mãe q escreveu isso pra você e pra tia Lu, tá bom? Foi eu q escrevi, não foi minha mãe e nem meu pai, nem ninguém... E pra vc tb tia Lu (Luciana Kani), a mesma coisa q escrevi pro titio é pra vc tb. Beijão!"