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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Sonho louco de 2011

Visitando facebook, sonho de 2011... Aí vai:

Sonho louco do dia: Peguei um ônibus com meu pai, e falei que se ele tivesse RioCard eu não precisava pagar passagem. Aí descemos num shopping estilo Barra, todo mundo de fraque ou terno, não sei a diferença... e tínhamos que passar por esse shopping para chegar no hospital. Chegamos e fomos visitar pessoal da minha família no hospital (tinham 3 pessoas internadas!!), aí o quarto tava uma zona só. Parecia festa. Não sei como saí com meu pai ( Fabio Soares) e meu irmão (Fabrício Soares) e fomos pegar a Giovanna. Chegando na rua dela, um coroa (bigodón) e uma coroa (pelancuda) estavam soltando morteiros, mas apontando para nós, na rua. O primeiro tiro chegou perto, e no que estourou, nem foi forte, mas meu pai desmaiou. Meu irmão continuou andando e eu fiquei ao lado do meu pai, caído. E os velhos continuaram tacando morteiros, e eu ficava pegando e jogando pra perto deles, ou desviando para longe. Até que deu merda no morteiro deles, eu levantei meu pai e continuamos a andar. Então eu estava com amigos ( Fabio Apu Rossello e uns amigos dele) e fui comprar uma caixa de bombons para aLuciana Kani. Mas eis que os amigos do Fabio tinham combinado para fingir um assalto, mas eu nem me abalei, porque eles repetiram a cena no lugar errado, e o soco falso do falso mendigo foi muito falso, e eu percebi que, além de ser falso o soco, a cena que eles fizeram na primeira vez foi diferente do local da segunda vez (foram mais para frente). Aí eu ri, confiante, tipo, sou-foda-ninguém-me-engana, e falei com ele que a atuação dos amigos dele foi pífia! Comprei uma caixa de Ferrero Manderly que eu achava que era Cacaushow (??) e na volta, o Fabio virou o Felipe Dantas e passamos no viaduto da Penha, onde estava tendo uma tenda de horror para crianças, onde lia-se o preço: "R$ 48 pra GERAL". Achei caro e resolvi atravessar para o outro lado, por baixo. No que estava descendo, tinha umas pessoas falando de Halloween com um monte de chocolate exposto, e eram representantes de alguma marca de chocolate. Eu estava com uma caixa de Ferrero, e uma expositora chegou, pegou um bombom da minha caixa (sendo que lá embaixo era uma exposição, as paredes estavam abarrotadas de caixas de bombons, bombons, trufas, etc. Inclusive tinham muitas caixas IGUAIS a que eu comprei, mas ela pegou o meu bombom... Aí eu falei que era pra presente, fiquei puto, e pedi pra ela uma caixa fechada. Ela, com a boca cheia, falou que não podia. Aí eu vi que podia pegar Sonho de Valsa, aí fingi que ia pegar Sonho de Valsa (e peguei mesmo, dois), mas com a caixinha que era para colocar um Sonho de Valsa só, roubei um monte de chocolate e saí correndo. Do nada, surge Taiane Linhares e grita que lá era para pegar qualquer coisa mesmo. Fiquei sem-graça de ter roubado algo que era pra pegar, e voltei para pegar mais, fingindo que eu sabia que era para pegar, e estava brincando só. No que eu voltei e comecei a encher mais a caixinha, um cara japonês apareceu e falou: "quem é Fabiano Soares?". Eu falei que era eu e ele disse: "apitou ali, vou ter que te levar pra polícia!" Aí eu senti que não era pra pegar porra nenhuma! Aí eu disse que não podia, porque a filha da puta da loira comeu um bombom que eu comprei, e eu falei que era pra presente, e o cara era dono de um restaurante japonês em Curitiba, olhou pra minha caixa de bombom, que eu segurava como uma criança segura a bola quando não escolhem ela pra time nenhum, ou quando não quer ser o goleiro, e ele disse que na loja dele tinha uma igual, e que ele me daria a caixa e ficaria tudo certo. E no que ele virava para verificar algumas coisas, os chocolates sem papel que eu tinha roubado, e meio amargos, eu comia escondido, para não ter que devolver. Aí eu acordei sentindo o gosto meio amargo da minha baba no travesseiro. Engraçado que no sonho o gosto tava bom pacaralho...

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Sonho filme

Tentarei escrever aqui o máximo de um sonho que tive hoje. Acho que sonhei o mesmo sonho durante 2 ou 3 horas. Foi longo, e não acordei durante. Lá vai.
Esatav comendo em um restaurante, normal, com amigos e a Luciana. Ao sairmos do restaurante e tentar atravessar a rua, dois carros estavam impedindo de caminhar na rua; tivemos que dar a volta nos carros, e saíram dois homens altos, vestidos de terno e com armas na mão. Assustado, corri para trás de um carro, escondendo-me, e a arma do cara soltou bolhas em direção a um prédio, e o prédio sumiu. A arma acabava com as coisas sem demolição, sem nenhum vestígio. Se uma pessoa fosse alvejada, simplesmente sumiria. Sabendo disso, soube que poderia morrer a qualquer momento, pois escondido atrás do carro, o cara podia com uma bolha sumir com o carro, e com outra bolha, comigo. Fiquei deitado, só vendo o que aconteceria. Aparentemente fizeram o serviço deles, e saíram. Preocupado com isso, corri para minha casa, que na verdade, era um apartamento, e avisei meus pais. Morava com a gente um cara que tinha essa arma, e suspeitava-se que ele fazia parte do grupo que havia tomado conta do poder. Ficava implícito que havia agora um pessoal no poder que estava exterminando todos os que não se enquadravam mais na sociedade. Então começamos a vasculhar a parte de fora do apartamento, buscando não sei o quê, eu e meus pais, e isso foi durante um bom tempo, descendo e subindo escadas, revirando escombros, tomando conta pro cara não acordar. O cara acordou e começou a andar pelo apartamento, e lembro que meus pais podiam entrar tranqüilos, mas ele não podia me ver lá, então me escondi até que uma hora dei de cara com ele. Nada aconteceu. Depois foi organizado inclusive uma festa com a família e muitas outras pessoas, Luciana e meus pais estavam. Lembro de um personagem que toda hora se perguntava pelo copo dele, que era um que tinha uma rachadura, e eu mostrava que ele sempre deixava o copo longe dele... E então em certo momento, os caras que controlavam o poder agora (e as armas de bolha) iam chegar, e todos da festa eram procurados, começaram a se esconder. Nesse momento acabei separando-me dos meus pais, fiquei na parte de fora do apartamento, e eles na cozinha. As pessoas da cozinha foram todas pegas, e o pior: não era mais a arma de bolha. Para acabar com as pessoas (e não ficou claro se as pessoas morriam ou se apenas iam viver com uma forma diferente de corpo), chegava um pingüim gigante, com cara de retardado, que chupava as pessoas para dentro dele, não sei se pelo cu ou por uma entrada na barriga, mas as pessoas entravam deformando-se, sendo chupadas, mas inteiras, não em pedaços. Para não ter esse mesmo final, pulei fora do prédio, e acabei caindo próximo ao restaurante do início do sonho. Eu, alguns amigos e a Luciana, novamente. O dono do bar me reconheceu como uma pessoa que deveria ter sido exterminada, e eu mandei ele tomar no cu, tive uma leve briga física com ele, e falei que eu comi naquela merda mais cedo, que ele devia respeitar os clientes. Ele falou que eu devia ter sido exterminado. Eu virei, mandei o dedo do meio pra ele e falei "vai tomar no cu, português filho da puta!". Acho que ele nem era português, mas na hora fez sentido falar isso. E virei as costas para ele, cheio de medo que houvesse uma arma bolha com alguém próximo a ele. Seguimos o caminho, atravessei a rua, e acabei sendo capturado, junto com a Luciana, indo parar numa casa onde os prisioneiros seriam exterminados. Nisso, o desespero começou a bater e bolei um plano para matar as pessoas que tinham o poder agora, e queriam matar-nos: eu tinha que matá-los primeiro. Óbvio. Chegou uma carga, e roubei uma tesoura e escondi na manga da camisa comprida. Comecei a pensar que deveria dar tesouradas profundas nas gargantas das pessoas, em uma ordem, para que não pudessem falar para pedir ajuda enquanto morressem, e tinha que chegar até alguém que tinha a arma, porque aí eu sairia matando todos eles. Quando me infiltrei em um vagão (sim, dentro do apartamento havia um vagão) com as pessoas que deveria matar, vi que eram muitas, e provavelmente eu ia acabar morrendo antes de matar todas; chegou então uma garota com uma notícia de que chegaram pulseiras para quem não precisava mais morrer, e ela tinha duas. Entregou-me uma, mas a outra não era pra Luciana. Então comecei a repensar se mataria ainda as pessoas que controlavam, e morreria tentando matá-las; ou se mataria uma pessoa que foi salva com a pulseira, para roubar a pulseira para a Luciana. Nessa crise ética, acordei, desesperado.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Pseudonarcolepsia

Gosto de sonhos loucos, acordo bem, tentando lembrar tudo e impressionado com a história que meu inconsciente criou, geralmente frustrado por ter acordado antes do desfecho da história. Enfim, curto mesmo!
Mas se tem uma coisa que eu tenho medo, é o que me aconteceu hoje; chamarei de psuedonarcolepsia.
Estava eu tirando um cochilo (programei o despertador para tocar uma hora após deitar), quando meu sonho veio em primeira pessoa, e era eu sendo esmagado por um ser com pelo preto, sentado em cima da minha cabeça, e eu só conseguia ver o lençol da cama onde eu dormi ( era o mesmo local, eu estava na mesma posição da cama, e enxergava apenas o que enxergaria se estivesse acordado, e sei disso pela distância entre onde minha cabeça estava e a parede, já que meu rosto encontrava-se prensado contra o colchão; e o pior, eu ouvia o ambiente ao redor, como se fosse o real) e um rabo, como se fosse de um gato, que agitava-se próximo à minha cara. Eu comecei a pensar, no sonho: "preciso acordar! Isso é um sonho!", mas a criatura sentava com mais força e afundava minha cabeça no colchão. Eu não conseguia me mexer, tentei olhar para a criatura, e não conseguia. Fiz força para acordar, e não consegui. E comecei a pensar que podia não ser sonho, era muito real para ser sonho. Comecei a sufocar, sem ar, e a pensar que eu dei mole em ter deixado a porta aberta, pois uns demônios entraram pra me matar. Comecei a ter certeza que era realidade, nenhum sonho replicava o ambiente em que se estava com tamanha perfeição... Aceitei a minha morte, visto que estava paralisado, e embora tentasse mexer os braços para atingir de alguma forma o ser que estava sentado em minha cabeça, mas não conseguia. Então acordei, e minha vista era exatamente igual à do sonho, com a diferença que consegui levantar a cabeça, desesperadamente.
Suava feito um porco. Mexi os braços, para provar pra mim mesmo que eu podia mexê-los; tudo OK.
Fui beber um guaraná natural... E por via das dúvidas, tranquei a porta.
Detesto esse tipo de sonho.