sexta-feira, 4 de março de 2011

"O Terno do Zé"

Tae, acho que tô levando a brincadeira a sério demais, e empolgadaço com isso. Foda-se.
Meu próximo curta, o mais bem feito (na verdade, o único "feito" pensando em tudo, produção e bah), o único tirando "Boneco de Pano" que não me sentirei um roteirista acompanhando a gravação e tendo que fazer decisões de direção para "proteger" o meu roteiro. Muito menininha isso, né? "Meu querido diário, blablabla". Mas é só para deixar um registro que, mesmo com as malandragens do Pilintra (quebrou o dedo do câmera, 'demitiu' o Axel, etc.), o curta será feito, ficará foda e no final, todo mundo vai ficar feliz e vai acender uma velinha preta e vermelha.
Deixar registrado também o agradecimento a duas pessoas em especial que estão me ajudando muuuuuito para esse curta dar certo: Thor e Luciana. Sério, vou dar um pacote de 7Belo pra vocês quando terminar o curta!
E comemorar por contar no elenco com o Mossy, que solta pérolas do tipo "eu sou igual peixe, vou morrer pela boca; se não for por comida, vai ser chupando uma buceta!"; com o Pitanga, que além de topar atuar como Pai-de-Santo, elogiou meu roteiro (sério, ele gostou até da piada do "santo baixa ou sobe na pessoa?". Mucho foda); e a Gangrena Gasosa, que os caras toparam gravar uma cena em um terreiro, fazer a música ambiente de algumas cenas, e a conversar, gravar uma música para trilha sonora do curta, cuja letra eu escrevi. Eu sabia que levar tanta farofada na cabeça em shows teria uma recompensa ainda!
Porra, não tem o que dar errado (exceto o fato de se mexer com entidades de religiões e elas ficarem bravas com você e te castigarem, mas enfim, eu tenho certeza que tenho meu corpo fechado, de todas as formas).

E obrigado a todos da equipe e a todos que participaram de alguma forma: dando apoio ao curta, suporte, compraram rifas, divulgaram, etc.
Obrigado.

OBS: Ler isso no dia do Oscar alterando o presente por passado.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ode a Solar de Espanha*

Uma compilação de 3 frases minhas que me vêm à cabeça constantemente nessa última semana (talvez seja crise de abstinência).

"A única coisa possível de ser apreciada cheirando é cocaína. Para todo o resto (buceta, vinho, estrogonofe), vale a regra: quem cheira demais é porque não gosta muito. Ou não sabe o jeito certo de deliciar-se com a iguaria."

"Eu quero é vinho de beber! Vinho de cheirar é coisa de viado!"

A terceira no momento eu não me lembro... mas volto aqui para reeditar isso.


* Vinho muito gostoso, comprado nos piores botequins e bodegas da vida. Leia correto: vinho de BODEGA, não de ADEGA. Um litro e meio custa R$ 5 gelado na lapa. Recomendo!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Mamãe, não sou Satanista!

Não acredito em Deus
Muito menos no Capeta
Só acredito mesmo
No poder de uma Buceta.

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Curto e grosso.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A volta triunfante de Cavernoso (agora tio e semicalvo)

Blog! Que bom estar de volta, mas paremos com esse papo e partamos para o que interessa (ou não). Muita coisa na cabeça, pouco espaço para escrever, muito tempo disponível (porra nenhuma).

Estavam os dois sentados, em um desses locais os quais dizem ser lindos, cartões-postais do mundo, mas ao qual ele não dava a mínima atenção. Não que desgostasse por completo, seu desgosto por esses locais devia-se apenas à chatice das pessoas em insistir na beleza daquele lago, daquele morro... tudo muito normal para ele, não merecendo assim os numerosos elogios que fazem questão de fazer. Mas isso não diz nada sobre a história. Passemos a ela. Ela, ainda não completamente transformada como ele, ainda via uma beleza naquela cena toda (mesmo que não a visse, tentava ver, pois diziam que havia). Ele ainda tentaria muito tirá-la desse meio.
Os dois conversavam sobre coisas desinteressantes, como apenas os que se amam e os amigos podem fazer sem que haja uma saturação, e assim ele suportava aquele arzinho medíocre de ambiente saudável ao seu redor, com pessoas usando fantasias de ginástica. Na verdade, ele não sabia o que era mais engraçado, se as fantasias de ginástica coladas nas pessoas que estavam sentadas, tão sedentárias quanto eles, ou se os assuntos totalmente perdidos e sem sentido algum, mas que conseguia prendê-lo com um interesse vindo não sabe-se de onde, mas que o divertia o suficiente para esquecer problemas de adultos em uma cabeça juvenil.
A noite cai, e embora ele estivesse no tal cartão-postal, não observava a lua, e sim o vazio do local e os peitos dela. Incrível como a escassez de pessoas já o fazia pensar em sexo. Não que não pensasse com pessoas ao redor, e não que não olhasse para os peitos dela no meio da multidão, mas não havia aquela olhada que já preparava para a mordiscada. Dois segundos e o primeiro ataque ocorre. Ela não tinha como negar, caso negasse, apelaria para o fundo romântico, embora de romantismo apenas o lado sombrio da segunda geração o interessasse. Já se conheciam, e como ele imaginava, de fato, ela não negou. Pelo contrário (embora com a nova gramática portuguesa, essa frase possa soar como um pelo de braço ou de sobrancelha ou mesmo de boceta com a raiz para fora e o final do pelo para dentro, estando assim ao contrário, é apenas o por+em ao contrário, e nem é ao contrário, porque o contrário de negar é permitir, e nem se trata disso aqui), ela não só afoga-lhe o rosto em seus seios (fale isso rápido: seus seios, seus seios, seus seios; é engraçado) como mete a mão em sua bermuda e puxa o zíper.
Tudo ficando quente, não havia o porquê parar. Alternando-se a vigilância para ver se alguém passava, as línguas brincavam, cada um com seu outro corpo, quase seus próprios, na verdade, enfim, uma dessas coisas que você escreve, entende, mas não consegue fazer com que os outros entendam. Mas a lua que se foda, a árvore de natal também. Partem para o agreste.
Ele conseguia ficar mais feliz e mais excitado enquanto saía daquela paisagem, até porque a melhor vista que teve do passeio foram os peitos dela (pois infelizmente a calça não dava a visibilidade que uma saia dá), que continuaram sendo alvos de olhares furtivos (ou nem tanto) e dedos e mãos nervosas em esbarrar ou apertar ou resvalar ou roçar, ou foda-se, você escolhe o verbo. Chegando em casa, latejante, não deu bom dia, boa noite ou a merda que fosse! Ofereceu uma água a ela (ou nem isso) e trancou-se no inferno (que aqui é dito com um sentido positivo, e como no "Balconista 2", vou mudar o sentido) com ela.
Agora não havia mais restrições, a não ser as espaciais, pois encontravam-se em um quarto (sim, inferno era apenas apelido). Ele, com todo o ímpeto que havia segurado durante o passeio inteiro, parte para cima da fêmea, animalescamente: chupa, morde, beija e vai tirando a camisa dela. Tira a sua, solta o cabelo; agora ele pode ser um leão ou uma garota-propaganda da Garnier, se bem que o cabelo está demasiado seco para garota-propaganda. Parte para cima, agarra no pescoço, com a ferocidade e a suavidade de um leão que pega seus filhotes pelo pescoço e taca para um outro lugar, ou quase isso. Agora o tabu! Puta merda, a calça havia evitado que ele tocasse o tesourinho, a periquita, a gruta, caverninha, buceta, xana, xota, xereca... não, xereca não. Foda-se! Ele tira a calça dela com vontade, de uma vez só, arrancando junto a calcinha e já cai com a boca beijando seus lábios. Pela primeira vez ele nota um misto de satisfação e frustração, uma dessas coisas sutis que quando passamos muito tempo juntos passa a ser quase um grito. E com meio rosto aparecendo, pergunta:
"Que que foi? Tá ruim?"
"Não... é que a minha calcinha é nova... você nem viu..."- ela responde rapidamente, mas sem parar a involuntária corrente vaginal.
Ele sorri, embora ela não tenha visto o seu sorriso, abrindo aquela covinha na bochecha, e responde, prontamente:
"Quem gosta de calcinha é o Wando. Eu gosto é de buceta!"
E meio rindo, volta a exercitar seu músculo sensorial gustativo. Sexo engraçado, nunca imaginou fazer isso sem quebrar um clima. Afinal, se o objetivo é gozar, fazia parte, forma par. Ela riu também e relaxou, mais tranqüila com a neura da calcinha nova.
Era engraçado também como ele pensava em "roquenrou" (era o que diziam quando o viam, aquelas zoações que não têm tanta graça, mas tem uma inocência engraçada no fundo) até quando estava nessa posição. Pensava as linguadas como palhetadas em uma guitarra, e gostava de variar em uma palhetada lenta e marcante, como em "Sweet Child o' Mine", e depois passar para um solo de Slayer... tá, solo de Slayer é forçar a barra, mas ele imaginava que fazia na velocidade, embora chegasse a um ACDC talvez.
Morcegos passaram voando, baratas podem tê-los vistos deitados toscamente, mosquitos zumbiram em seus ouvidos, e muita coisa rolou. Mas o importante é que o Banco Real dá 10 dias sem juros no cheque especial para você pagar. Vá lá, encha o rabo no natal e pague durante o ano, ou os ânus, se for em mais de doze vezes!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Suco de Maracujá???

Poucas coisas me surpreendem nesse mundo... Gostaria muito de começar o texto assim, mas a verdade é bem contrária a essa frase clichê. Mas não sou também uma pessoa deslumbrada com qualquer merda, é bem verdade. Muita coisa que choca as pessoas me faz rir, ou ficar indiferente, ou mostrar um interesse mórbido por aquilo que não deveria ficar interessado, como mortes de crianças, violência explícita e sem motivo, essas coisas.
No entanto, me surpreendi ao ficar surpreso (é isso mesmo que você leu) por ter-me surpreendido por tão pouco: o suco de maracujá em pó, não é de maracujá, não importa a marca! Tá, isso todo mundo já sabe desde criança, mas só agora caiu a ficha em mim: o de uva é bom, o de kiwi (caralho, k-i-w-i...) também, da graviola (puta que pariu... ninguém nunca comeu graviola, mas o suco em pó é bom!), morango, guaraná, limão. Tudo gostoso. Até os sem-graça de manga e pêssego passam batido; mas maracujá... tem gosto de sola de bota velha, ou de pão adormecido em cima do ferro do fogo, ou de cu com areia. Mas não tem gosto de maracujá!
Tá... foda-se, certo? É aí que você se engana. Cara, maracujá é uma das frutas mais gostosas do mundo (só conheço uma parte do Brasil, mas eu tinha que escrever assim), e os caras não passaram o gosto dele praquele pozinho miserável; deve haver alguma política internacional conspiratória contra o maracujá. Só pode! O homem consegue decifrar o código genético, diminuir cada dia mais o tamanho dos chips, contendo cada vez mais informação, já está quase descriogenizando o Walt Disney... e o suco de maracujá em pó não tem gosto de maracujá?
Sinceramente, caros colegas, temo por minha vida agora. Creio que deve ser um segredo muito bem guardado este que acabo de revelar. E acho melhor fechar e fingir que nunca leu isso. Eles agora têm seu IP. Baterão à sua porta. Diga apenas que clicaram em algum link e nem chegaram a ler nada.

Preservem suas vidas.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Limões, ratos e guarda-chuvas

Engraçado como ter o mínimo de dinheiro que for muda o modo como te vêem. Andei pensando em como viver sem dinheiro e fazer tudo o que for possível (desde tomar banho até se alimentar, zerado).

Começando pelo básico, usar o banheiro. Tá, foda-se que existe árvore, rua, parede, etc. Mas existem mulheres, e algumas não fazem igual cachorro. Então vamos ao Mc Donald's! Comer? No! Mijar e lavar as mãos, com sabonete! Aêe!! Quer escovar os dentes? Pode também! Soltar um barro? Tá liberado!! E o melhor (na verdade, pior para uns...) é que os McEscravos lavam o banheiro de 18 em 18 minutos, então está sempre limpinho!

Bom, depois de um tempo, você não verá mais tanta graça em usar o banheiro do Mc Donald's, e passará a tentar alguns restaurantes mais chiques... como a Pizzaria Guanabara. Então você entra, cheio de marra, como se fosse encontrar alguém; passa pelos garçons, que puxam a cadeira para você sentar e lhe oferecem o menu. Passe reto. Logo depois de dar aquela aliviada, perceberá, na saída, que os garçons te olham feio, e que toda aquela gentileza de puxar a cadeira era apenas interesse no dinheiro que você deveria gastar lá. São prostitutos! Por dinheiro, querem te dar cadeirinha, colocar comida na sua boca e tudo o mais... sem dinheiro, te olham feio: "não quer comer aqui? Vai comer em outro lugar? Babaca!". Pois é.

E comida? Essa é foda. Bom, tem a opção de ficar na Candelária esperando almas caridosas te darem sopa, ou então, duas opções que recomendo:

1ª - Para um café da manhã reforçado, você será um vampiro! Chupar sangue? Não! Mas vá a um desses laboratórios que cobram um preço absurdo para fazerem exame de sangue, tipo "Sérgio Franco". Entre e vá ao banheiro. Na volta, você pode ser considerado uma pessoa que fez exame de sangue e precisa de uns biscoitinhos, pois teoricamente, jejuou por 12 horas para tirar sangue, e está muito fraco para andar por aí sem comer nada. Então vá à cafeteria, onde tudo é de graça, peça biscoitos, pegue mais para levar para as crianças, tome chocolate quente, café expresso, chá, etc, tudo de graça! (Dica da minha mãe! Mais malandra que eu!) Lembre-se que um café da manhã bem reforçado é essencial para um dia bom!

2ª - Entre num Buffet vagabundo, ou mesmo chique, na hora mais movimentada, lá para meio-dia e meio. Pegue um prato. Enquanto espera na fila quilométrica, vá filando um salgadinho aqui, um pedaço de carne ali, tipo, botando no prato e tirando com a mão, beliscando. Depois de sentir que está meio forrado, vá para outro buffet e repita a operação até sentir-se cheio.

Tomar banho eu realmente não sei, a não ser cavernosamente, tirar a roupa e usar um chafariz público. Confesso que nunca faria isso... Ah... acho que o banheiro do zoológico tem chuveiro... e na parte que você pode sorrateiramente entrar de graça.

Sexo é uma beleza. No ônibus (você pode entrar por trás. Ôlhaaaaaaaa!), num cantinho escuro, em parques públicos, etc. Acho que isso não é necessário falar. Todo mundo sabe que foder os outros, no Brasil, é permitido a todo momento, em qualquer lugar.

A merda disso tudo, é que o sistema te fode. Se você não tem dinheiro, dificilmente vai conseguir roupas limpas e manter-se limpo por um bom tempo, e entrando sujo em qualquer lugar, o segurança já fica de olho, com a atenção triplicada em você. E se não tem dinheiro, dificilmente terá internet, e muito menos lerá essas dicas...

E mais um post idiota para o blog, direto do trabalho!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ruderrel?

Quem sou eu?
Sou o puto que te comeu?
Sou apenas o rei plebeu?
Que se foda quem ainda não leu...
Você sabe, teu cu é meu.

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