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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Sonho do Crocodilo

Sonho louco do dia.
Estava eu em algum lugar, uma casa que eu tinha alugado. Tava recolhendo as roupas lavadas, quando o pessoal da casa chegou. Eram todos brancos de cabelos laranja, aí eu pensei que poderia estar em alguma confusão de gangue sei lá, mas os caras estavam vermelhos de praia o que faziam estarem sensíveis a qualquer tapa. Se fosse uma gangue, estavam fragilizados, pensei. Ok. Mas os caras me chamaram para gravar um clipe, eram uma turminha de audiovisual, só eram meio playboys. Beleza. Me deram uma
Mochila cheia de mentos como forma de pagamento (nem em sonho me deixam receber dinheiro nessa porra, puta que pariu...). 
Aí estava gravando o clipe, que na real era uma encenação, aí apareceu a Luciana, minha sobrinha, todo mundo, porque estava sendo gravado em um clube. E tudo era pago pelo padrasto do playboyzinho ruivo mor, que era quem estava comandando a parada. Beleza. 
Terminada a parte do clube, tivemos que pegar um barco enorme (mas não era um navio, era um barco de madeira, enorme) e então apareceram várias pessoas da minha família, minha tia, o namorado dela, o filho mais novo dela, o Lucas, e minha prima Victória. Eu, Lucas e Victória ficamos na parte da frente do barco (popa, proa, putaquepariuoa, foda-se, use sua sabedoria marinhesca). Pegamos o rio e fomos... Até que chegamos a um enorme rochedo, onde o rio formava ondas, não sei como, mas era como se fosse o mar. E as ondas impulsionavam o barco rochedo acima! Para chegar onde tínhamos que chegar, as ondas gigantes (ou seus resquícios) batiam no barco, que impulsionado pela onda, subia a rocha até onde a onda alcançasse. Da primeira vez, fomos até quase o topo, mas a onda perdeu força e o barco começou a cair junto, de volta para o rio / mar. Nisso, para não cairmos e ficarmos já a meio caminho do topo, eu e Lucas nos penduramos no barco e fincamos as mãos nas pedras, tentando segurar o barco, e o fizemos por algum tempo. Depois, começamos  a perder força, soltamos as pedras e o barco começou a cair tudo de novo. Enquanto esperávamos nova onda para impulsionar, o Lucas resolveu se amarrar a uma corda que estava na p__a (parte dianteira) do barco, e ficar pendurado do lado de fora. Eu o avisei que no que o barco subisse, ele seria arrastado nas pedras e morreria, mas nem deu tempo de ele repensar, e uma onda atingiu o barco. Começamos a subir, e nada de eu ver o Lucas, que estava submerso, e imaginava eu, deixando lascas do seu frágil corpo de mosquito nas pedras. Aí nesses desespero de achar que o muleque tava morrendo, olho pra direita e um FUCKING crocodilo gigante passa, totalmente de buenas, pegando carona na onda. E eu olho pra Victória e comento "cadê o Lucas? Falei que ele ia fazer merda", e quando eu procuro o Lucas na p__a do barco, vejo, mordendo a corda a qual ele se amarrou, o crocodilo, que só a cabeça já tinha o tamanho do Lucas. Percebi que o Lucas tinha sido comido pelo crocodilo, e fiquei mal. Avisei minha prima, o namorado da minha tia, mas não tive coragem de falar com ela. Fiquei abatido, mas o barco chegou à África do Sul (??????), que era onde seriam as gravações, e aí tinha gorila solto, e o crocodilo gigante passou perto da gente encarando, eu olhei com raiva pra ele... 
Eu ainda teria que gravar, mesmo naquelas condições e... Acordei!

Cara, fiquei muito aliviado que era sonho, porque eu ODEIO MENTOS!!!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Sonho louco do dia 2

Sonhei que eu estava no Odeon vendo uns filmes, a sessão lotadaça, tive que roubar lugar de outras pessoas, sentei longe dos meus amigos, um inferno. E quando começa a passar, o pessoal botou os filmes para passar em 3 TVs, uma em cada lado e uma no centro, pequenininhas. Não passava no telão. Saí da sessão meio puto, conversando com a Luciana, porque o pai dela não quis emprestar o carro, eu falei que a gente ia andando até a Cidade de Deus, com o risco de ser atropelado. Nisso, nós dois viramos cavalo e égua respectivamente (sim, viramos cavalo, que caga na rua, sabe?), e trotávamos pela Dom Helder Câmara, quando eu avistei uma van com a parte traseira aberta. Pensei: "dá pra pegar uma carona pra andar menos". Me comuniquei com a Luciana (que era uma égua jeitosinha), e sentamos na parte traseira da van (que era como um mini caminhão de transporte). Quando sentei e olhei pra trás (eu ainda era cavalo), percebi que era uma van da Sadia, e pensei "fodeu, vão me matar e usar minha carne pra comer". Aí foi um momento de desespero, pois além do amontoado de carnes processadas perto da gente, dava pra ver um cara com touquinha de açougueiro, todo de branco, cortando carnes. Sabe aquele momento que você tenta avisar sem palavras à pessoa que está contigo de que vocês têm que sair do local depressa, de preferência antes que notassem que dois cavalos estão sentados na parte traseira da sua van? Então falei alto, como se quisesse justificar minha saída: "Ahh... Dom Helder já... Vamos descer aqui, só deixa parar...", como se falasse pra Luciana (sabe aqueles momentos que você fala alto e pisca o olho pra pessoa, fingindo não ter percebido se tratar de um açougue ambulante. Eis que o cara que estava cortando a carne percebe e empurra uma porta de vidro lateral que fecharia a parte de trás, prendendo-nos para a morte. Eu, malandramente, empurrei com minha pata de coice a porta, impedindo-a de fechar. Logo depois a van parou e eu desci. E lá estava eu, novamente na forma de homem, Fabiano, no asfalto, em pé, esticando a mão para a Luciana (na forma de mulher) descer. Eis que percebo que a van está parada em um buraco enorme, e por milagre ainda não caiu. Falei pra Lu pular mesmo, pra não cair no buraco, e tentava dar a mão a ela. Não alcançava. A coisa piora: por ela ter virado mulher de novo, e eu ter saído da van, desequilibramos a van, e a Luciana tinha que ficar numa posição certa para que a van não virasse. Eu falei para ela ir para a esquerda, onde eu estava, e deixar a van virar, e quando chegasse perto do chão ela pulava; mas pessoal que assistia tudo começou a falar que isso ia matar as pessoas dos carros próximos à van. Nisso, num desespero entre salvar a própria vida e as pessoas criticando (a van ia virar de qualquer jeito), Luciana pula e eu não consigo pegá-la. E tal qual uma mistura de boneco do hermes e renato com cgi feioso de filme trash z, Luciana desaparece no abismo sem fim da Dom Helder Câmara. E eu fico no desespero de que assistiu a essa morte e não conseguiu fazer nada.
Sonho mucho loco do dia.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sonho Louco do Dia

Aqui será cuspido tudo o que consigo lembrar de hoje. Sonho louco do dia: Fui para um restaurante em Braz de Pina (que atualmente é uma igreja evangélica), e sentei na mesa, com alguém que não me lembro, e saí para jogar bola com Jhonatan e Giulia Helen, na rua. Quando voltei ao restaurante, alguém que era amigo do meu irmão estava na mesa, com 2 caras que eu nunca vi na vida (embora eu nunca tivesse visto o amigo do meu irmão). Eu comecei a reclamar, e vi que os caras só queriam sair sem pagar os chopes que beberam. Parei na porta do restaurante e gritei "Não tem ninguém para ver essa merda?". A gerente chegou e os caras sumiram, e como eu estava na porta os caras estavam no restaurante, e a gerente começou a procurá-los. Obviamente, o restaurante ficou vazio segundos depois (nem clientes, nem gerente, nem garçom), e quando eu saí, estava em uma casa que estava tendo festa, e meu tio Fabio estava colocando Street Fighter para rolar, mas eu estava com a Luciana, minha namorada, de safadeza, e todo mundo queria jogar videogame no meu computador, e eu estava renderizando um filme, não queria que mexessem, senão ia demorar mais! Mas mesmo proibindo, as pessoas tentavam. Aí me emputeci e peguei o laptop e fiquei do lado. Coloquei em cima de um varal de roupas para ninguém pegar. Continuamos na festa, e quando saí da festa, tinha acabado na verdade, de sair de um show de rock na baixada! Assim que saí, um carro preto com dois coroas estava parado na minha frente, e eu e Luciana íamos seguir caminho quando um dos coroas, o baixinho, interpelou-nos, falou que era da Polícia Federal, e que ia levar a gente para dar uma volta numa delegacia. Eu falei que ia ligar para um Delegado que eu conheço, e peguei o celular, disquei um número aleatório, e falei pra Luciana sumir. Ela fugiu, e eu fiquei, e comecei a reclamar com os caras, e fui saindo, para fugir também. Eles deixaram eu fugir, mas quando eu já estava meio longe, pelo susto que eles me deram (a parte de ameaçar de levar para uma delegacia tinha um tom sombrio, de que ëra só um passeiozinho", mas querendo dizer que iam me largar no meio da estrada, morto), eu resolvi virar e mostrar o dedo do meio para eles e falar "cambada de filho da puta! A gente paga seu salário, babacas, filhos da puta!" Ou algo assim, mas xingava os caras e zoava eles. Aí obviamente, eles foram me buscar na marra, e me colocaram no carro, que agora tinha um monte de adolescente, mas todas amigas dos policiais. No carro, uma das adolescentes abriu minha carteira e pegou uns 100 contos. Eu comecei a reclamar com o policial, que já estava se dizendo meu amigo, e que me sequestrou porque eu fui o único sincero, porque os outros que saíam do show, iam logo chamano ele de amigo, e que eu fui o único que xinguei e demonstrei que nào gostava dele. Aí ele me deu 20 contos para compensar o roubo da garota, e chegou no destino dele. Estranhamente, no carro, surgiu o Gabriel, irmão da Luciana, que conhecia a prima da amiga que o policial ia visitar, e eu fiquei muito confuso de como ele foi parar dentro do carro. Chegando no local, um outro restaurante, ouvi vozes da minha tia Fabiola, e saí do carro gritando o nome dela. Quando vi, tava umas amigas da minha tia, ela, o namorado dela, Bruno, meu avô e meu primo, Ivan. Aí eu contei que tinha sido sequestrado por uns policiais federais, e aí nego tudo falou "filha da puta, né?" Aí o Bruno me falou que se eu quisesse, o Ivan tinha uma arma, mas eu falei que eram 2 policiais federais... Aí meu avô atravessou a rua, e chegou em um lugar que era aberto, mas cercado de árvores altas. De lá saiu um monte de indiozinho, tipo empregados do meu avô, trazendo uma bazuca feita com um monte de bombas no lugar de uma só. Aí eu falei para o meu avô que não podia explodir o carro, que o Gabriel ainda estava lá. Meu avô mirou a bazuca e tocou o foda-se para o que eu falei. Explodiu o carro (ah, que aliás, quando eu desci, estava em uma rua, mas agora estava em um andaime de bambu!!! Lá no alto mesmo!). Eu fiquei olhando, tudo pegando fogo, pensando no saldo positivo e negativo, e em como explicar que o Gabriel tinha morrido... Aí acordei. OBS: lembrei agora que antes de topar com os policiais, algo nebuloso vem na minha mente de uma mesa com umas mulheres muito estranhas, mas muito estranhas mesmo. Tipo ritual, alguma coisa assim.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Tábua de impressão enfiada na cabeça!

Uma coisa que me deixou muito inquieto esses dias foi o fato de eu ter sonhado duas vezes com meus tios (Flávio e Elô, de Bauru), e como todo sonho, acontecer coisas muito bizarras. Ao mesmo tempo, peguei um livro do Jung no qual ele fala do simbolismo nos sonhos, o que me parece um desafio tentador de tentar explicar os meus sonhos. Mas não vou. Vou apenas narrá-los aqui, pois são de uma beleza poética indescritível. Vou fazer o possível para que vocês tentem imaginar as cenas.

Sonho 1:
Estou de frente para um imenso muro cinza, velho. Alguém me taca para o alto, e eu quase vôo, conseguindo passar da altura do muro. Permaneço mais tempo acima do muro do que a lei da gravidade no mundo real me permitiria, o que me faz ver uma outra construção, como se fosse uma torre de um castelo, também cinza escura, e velha, na qual, em sua janela, aparecem esses meus dois tios. Eles falam comigo, apontando para baixo, onde existe algo parecido com uma fralda de bebê, toda branca, e eles dizem algo como: Pega a maconha! Vai! Fuma!
Me sentindo impulsionado a isso, quando eu desci, estava em minha casa, mas não era nada parecida com a minha casa, embora no sonho eu sentisse que era minha casa. E pedi para que me tacassem de novo para cima. O lugar onde se encontrava a maconha era depois do muro que eu estava ficando acima, e tinha muito mato. Muito mesmo. Eis que alguém me tacou para cima de novo (não lembro de nada sobre a pessoa que me tacava para cima), e eu segurei no muro, e dessa vez, ao invés de ficar olhando apenas o lado de lá, e cair, eu fiquei em cima do muro, segurando, e pulei para o mato, onde se encontrava a fralda de maconha.
Caí no mato, e fui correndo, pegar aquele embrulho branco. Assim que peguei, dei a volta ao muro por baixo mesmo (sim, eu não precisava pular... eu só precisava desviar do muro... mas sonhos são sonhos...) e voltei para a minha casa. Em frente a uma porta, fiz um cigarro com a maconha usando papel higiênico, mas ficou muito torto, como se fosse um daqueles papéis onde velhinhos vendem amendoins: quase um cone. Quando eu ia arrumar, minha mãe chegou com meu primo, Júnior, e então eu disfarcei, com o papel higiênico na boca (?!?!?!) e botei a fralda de maconha (um troço enorme) no bolso de trás da bermuda, e entrei pra casa. Lá dentro enrolei o cigarro direito e não lembro de ter fumado. Não lembro de mais nada. Dizem que afeta a memória.. até em sonho???

Sonho 2
Eis que, no dia seguinte, ou dois dias depois, eu sonhei que estava em Bauru, em uma casa bonita, e muita gente estava lá. Esses meus dois tios estavam largadões no sofá, morgados, e eu cheguei e falei: "Caralho! Sonhei com vocês! Vocês me mandavam fumar maconha e eu tentava pular um muro... Muito louco!" E simplesmente só me lembro disso. Eu contando um sonho dentro de um sonho, em uma sala alaranjada, um sofá meio louco...
Enfim... sonho é muito foda.

No more tears... digo, words.

Pode ser que um dia isso venha a convencer a cabeça de uma borboleta, mas duvido que mangas conseguem nadar... Não acredito mesmo...